Equipe de RH analisando painéis de métricas e gráficos de pessoas em um dashboard corporativo
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Nos últimos anos, vivenciamos em muitas empresas uma verdadeira transformação no RH. Grandes decisões não dependem mais apenas da intuição dos gestores ou do “feeling” de quem está há muito tempo na casa. Agora, cada vez mais, as equipes colocam os dados no centro das escolhas, da contratação ao desenvolvimento dos colaboradores. Essa mudança não ocorreu do nada: as demandas do mercado estão cada vez maiores, e saber interpretar informações pode evitar retrabalho, perdas e até prejuízos diretos em clima e resultados.

Olhando para o futuro, notamos que para o RH de 2026, o conhecimento sobre análise de dados não é só diferencial. É o que diferencia equipes previsíveis de times que realmente trazem impacto. Hoje, queremos mostrar quais métricas vão ganhar ainda mais espaço e como nós, na Motim Educação, observamos isso nos projetos e treinamentos junto a dezenas de empresas.

Por que a análise de dados no RH mudou tanto?

Antes, medir resultados em Recursos Humanos era um desafio. Havia poucas ferramentas, relatórios manuais e muita subjetividade. Agora, as plataformas se multiplicaram, automações são acessíveis e existe cada vez mais urgência em responder rápido a tudo, principalmente às pessoas.

Decidir com base em dados poupa tempo, recursos e reduz erros.

Na Motim Educação, percebemos que equipes de RH que dominam Excel, Power BI ou Power Apps, por exemplo, conseguem criar indicadores visuais e entender tendências que ficavam escondidas. Por isso, treinamentos nesse sentido têm sido dos mais buscados pelas áreas de RH e T&D.

O que esperar de 2026? Novos paradigmas e métricas

Para o ano de 2026, algumas métricas ganham relevância não só pelas tendências tecnológicas, mas também pelas transformações nas expectativas dos colaboradores e do negócio. Não basta medir o básico: entendemos que é preciso olhar o ciclo completo do colaborador dentro da organização.

Principais métricas que vão liderar o RH em 2026

  • Índice de engajamento contextualizado
  • Análise preditiva de turnover
  • Tempo até a produtividade em novos colaboradores
  • Índice de satisfação com treinamento e desenvolvimento
  • Relação entre diversidade e performance
  • Custos relacionados a saúde emocional
  • Mapa de competências críticas
  • Experiência do colaborador medida em diferentes etapas

Esses indicadores representam o grande movimento do RH: sair da mensuração “padrão” e analisar, de fato, conexão entre pessoas e resultado.

Como definir e aplicar as métricas certas?

Sabemos por experiência própria: de nada adianta reunir dezenas de “KPIs” se eles não se conectam à estratégia. A primeira etapa é entender onde o negócio quer chegar em 2026, não apenas na perspectiva financeira, mas também no clima e atração de talentos.

Por isso, sugerimos alguns passos:

  1. Identifique objetivos claros – Reflita: queremos reter talentos, aumentar diversidade ou acelerar a integração? O objetivo orienta a escolha das métricas.
  2. Forme times multidisciplinares – Quando RH colabora com TI, líderes e comunicação, a análise de dados ganha precisão.
  3. Escolha ferramentas de análise compatíveis com o perfil do time – Aqui entram Excel, Power BI e outras plataformas já conhecidas em nossos treinamentos da Motim Educação.
  4. Garanta atualização e transparência das informações – Mantenha uma rotina de revisão de relatórios e democratize o acesso aos dados, sempre respeitando a LGPD.
Dashboard colorido com gráficos de engajamento de equipe e indicadores de RH

Métricas essenciais para monitorar e prever resultados de pessoas

Sabemos que algumas perguntas são comuns aos líderes de RH. O que precisa ser monitorado para prever resultados e gerar intervenções acertadas?

1. Índice de engajamento contextualizado

O tradicional “NPS do colaborador” ganha novas camadas. Não basta saber “se recomenda” – é fundamental entender como engajamento muda ao longo de projetos, ou em situações de trabalho híbrido.

As metodologias atuais permitem segmentação por equipe, faixa etária, tempo de empresa e recorte por grandes demandas.

2. Análise preditiva de turnover

Com dados de históricos de desligamento, feedbacks e clima, já é possível prever em quais áreas há mais risco de perda de talentos. Isso impacta o planejamento e a própria proposta de valor ao colaborador.

3. Tempo até a produtividade de novos colaboradores

Não basta medir “tempo de integração”. O dado relevante em 2026 é: quanto tempo, em média, leva para alguém entregar o esperado? O acompanhamento desse indicador reduz custos e aumenta a qualidade da entrega.

4. Relação entre diversidade e performance

Cruzando dados de diversidade com indicadores de resultado, surgem padrões que podem orientar melhores programas internos e potencializar inovação.

5. Índice de satisfação com treinamento e desenvolvimento

Monitorar quem participa, aplica o que aprendeu e gera resultados. É possível incluir cruzamento por área e função, para saber se determinada formação faz sentido para determinado perfil.

Conhecimento aplicado transforma o RH. Dados mostram caminhos reais para crescer.

Ferramentas e competências mais buscadas em análise de dados de RH

Em nossos cursos da Motim Educação, vemos empresas investindo em Excel, Power BI, SQL e Python para áreas de RH. Não é questão de virar um “cientista de dados”, mas de saber:

  • Criar dashboards visualmente claros e práticos
  • Automatizar relatórios frequentes
  • Fazer cruzamentos entre dados de diferentes origens (ADMs, financeiros e gestão de pessoas)
  • Aplicar lógica e estatísticas simples para responder perguntas do negócio
  • Utilizar cases reais para treinar o olhar analítico
Equipe de RH olhando gráficos e discutindo métricas de pessoas

Como começar o processo de análise? Primeiros passos práticos

Muitas empresas que atendemos relatam dificuldade para dar o “primeiro passo”. Nossa sugestão:

  1. Faça um diagnóstico rápido: o que já é medido? Onde estão os gargalos?
  2. Dê prioridade para três métricas básicas e desenvolva pequenas rotinas semanais de acompanhamento
  3. Busque capacitação de maneira recorrente, nem sempre só focada no RH, mas também em análise de dados para negócios
  4. Compartilhe as descobertas com as outras áreas – este é um caminho que aumenta o reconhecimento do RH internamente

Quando o RH entende os fundamentos de análise de dados, cada processo ganha potencial para ser reimaginado. E, assim, decisões se tornam rápidas, assertivas e alinhadas ao propósito da empresa.

O futuro do RH é decidido nos dados

Para 2026, acreditamos que os profissionais que dominam análise de dados e criam indicadores adaptados à realidade da sua equipe terão, de fato, um papel muito mais estratégico. É no dia a dia, respondendo perguntas e prevendo situações, que RH se consolida como área de impacto.

Se você quer descobrir como a Motim Educação pode ajudar seu time de RH a dominar ferramentas e construir indicadores realmente relevantes, fale conosco. Usando nossa metodologia prática, focada em problemas e dados reais do seu contexto, ajudamos empresas a alcançar um novo patamar nas decisões sobre pessoas.

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Felipe Rochefeller

Sobre o Autor

Felipe Rochefeller

Felipe Rochefeller é sócio na Motim Educação e apaixonado por Treinamento & Desenvolvimento, com forte interesse em metodologias que unem tecnologia, criatividade e aprendizado prático à educação corporativa. Ele dedica-se a produzir conteúdos que inspiram empresas e profissionais a superarem desafios por meio do desenvolvimento de habilidades essenciais no mundo corporativo, especialmente nas áreas de tecnologia, análise de dados e inovação no ensino.

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